quinta-feira, 19 de julho de 2007

Se a vida fosse uma final de vôlei feminino...

Sempre a mesma coisa com as duas maiores seleções das Américas.

As cubanas agem, provocam e berram feito menininhas encrenqueiras de colegial, daquelas que arrumam briga na saída da escola. Em grupo, tocam o terror mas sozinhas não se garantem. Como quase todas as mulheres do mundo, costumam abusar do emocional e apostar as fichas na irritação alheia. A medalha de ouro e os bicoitinhos de "parabéns" do Fidel são consequência: as jogadoras são ofensivas, voam e cacetam bolas em alta velocidade, e sabem como poucas desestabilizar as boas moças do outro lado da rede. Vilãs de respeito.

As meninas do Brasil são simpáticas, carismáticas, talentosas, esforçadas, raçudas e bonitinhas. Filhas perfeitas. Vencedoras de pódio, mas freguesas das finais. Isso porque, como quase todas as mulheres do mundo, se fragilizam e perdem a concentração em situações práticas. Graças ao bom Deus elas não agem como menininhas de colegial, são mais maduras e formam conjunto técnico superior. Mas na hora H, o maior adversário é o próprio medo. Cá entre nós, bastava confiar em si e enfrentar com mais coragem as muitas fragilidades alheias. Na maioria das vezes, quem começa a provocação não se garante em competência. Não custava nada checar.

Mas nem sempre as competições são assim.

Incompetência a gente vê todo dia. Preguiça e falta de treino também. A eterna mania feminina de jogar (e trapacear) pelo emocional às vezes funciona - principalmente com juíz vendido. Incrível aliás, como o número de cobras é infinitamente superior entre as medíocres. Mas elas não colhem os louros, pois não plantaram nada. Não entram pra História nem viram mitos. Acabam disputando o sexo do auxiliar técnico com a impostora ao lado. E seguem nessa auto-afirmação barata na segunda divisão.

O baixo-clero é gordo. Poucas provocadoras são grandes como Mireya Luis.

* o texto acima se pretende didático em 1º grau, e portanto não considera questões complexas como a esquizofrenia de caráter.

** este blog é vacinado contra teorias feministas clichezentas e prosaicas.

2 comentários:

Aline disse...

Pois é,caso vc não se lembre estou operada e nem estou entrando na net,mal dá pra andar..os dias no hospital foram horríveis e agora eu sou um vegetal abandonado que só come e dorme.( detalhe: minha mãe me dá comida na boca porque nem consigo levantar)
Tudo que eu façlo é ver os malditos jogos pnamericanos 15 mil horas por dia e o acidente do avião da tam..já sei de cor todos os detalhes e todas as medalhas do pan..é um saco isso.
Pelo menos estou vendo alguns bons filmes...
e como vai por ai?

=o*

Arara Teresa disse...

Pelo visto não sou só eu quem passa as tarde com a tevê ligada...